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Fibroma desmóide do pé

Fibroma desmóide do pé Reconstrução do quinto metatarso

Fibroma Desmóide Do Pé. Paciente com 43 anos apresentando “calo” no quinto metatarso do pé esquerdo havia vinte anos, que evoluiu com deformidade, aumento de volume e dor no último ano.

Figura 1: lesão na cabeça do quinto metatarso esquerdo com deformidade, erosão óssea e insuflação da cortical
Figura 2: Tomografia com lesão agressiva do quinto dedo do pé esquerdo.
Figura 3: tomografia em perfil, evidenciando erosão da cortical e agressividade local.
Figura 4: Rm axial T1 lesão de baixo sinal.
Figura 5: Rm axial com captação de contraste.
Figura 6: Rm axial T1, com saturação de gordura.
Figura 7: Rm axial com contraste.
Figura 8: Rm sagital contraste.
Figura 9: Biópsia da lesão, sob controle de radioscopia.
Figura 10: Incisão anterior, sobre o quinto metacarpeano, com exerese do trajeto da biópsia.
Figura 11: Ressecção de 2/3 terços distais do quinto metacarpeano.
Figura 12: Retirada de enxerto em bloco do ilíaco esquerdo, mesmo lado da lesão.
Figura 13: Bloco de enxerto estruturado que será modelado para substituir o segmento ressecado.
Figura 14: Enxerto sendo esculpido, para substituir os 2/3 distais do quinto metatarsiano.
Figura 15: Enxerto sendo aparado com saca bocado, no formato do quinto metatarsiano.
Figura 16: bloco do enxerto sendo cortado no tamanho adequado para a reconstrução.
Figura 17: Realização de um sulco no enxerto para encaixar o segmento remanescente do metatarseano, visando melhor acomodação e integração.
Figura 18: Bloco de enxerto já preparado para a reconstrução.
Figura 19: Enxerto encaixado no segmento remanescente do quinto metatarseano.
figura 20: Passagem de fios de Kirshnner 2.0, retrogadamente, pelo canal medular do segmento remanescente do quinto metatarseano, para a fixação do enxerto
Figura 21: posicionamento do enxerto e fixação com o fio.
Figura 22: Detalhe do reposicionamento do enxerto.
Figura 23: Reposicionamento final da reconstrução e corte do fio, na base do quinto metatarso.
Figura 25: Reparo da capsuloplastia para sutura e fixação no enxerto, mantendo-o alinhado.
Figura 23: Reposicionamento final da reconstrução e corte do fio, na base do quinto metatarso.
Figura 26: Realização de orifícios no enxerto para a ancoragem dos fios de sutura.
Figura 27: Enxerto fixado e posicionado com bom alinhamento.
Figura 28: Peça ressecada, face dorsal, com pele e trajeto da biópsia.
Figura 29: Peça ressecada, face plantar.
Figura 30: Radiografia intra-operatória documentando a reconstrução, frente.
Figura 31: Radiografia intra-operatória documentando a reconstrução, perfil.
Figura 32: Reconstrução em 3D da lesão.
Figura 33: Planejamento pré-operatório.
Figura 34: Pós operatório 12 dias. Boa cicatrização.

Vídeo 1: Função no pós operatório de 12 dias. Caminhando com Robofoot.

Figura 35: Radiogtrafia da reconstrução, frente, pós operatório 3 meses, em 13/12/2016.
Figura 36: Radiogtrafia da reconstrução, perfil, pós operatório 3 meses, em 13/12/2016.
Figura 37: Aspecto clínico e função, pós operatório 3 meses, em 13/12/2016.
Figura 38: Cicatriz da incisão da crista ilíaca, para retirada de enxerto autólogo. Bom aspecto.
Figura 39: Aspecto cosmético do pé, pós operatório 3 meses, em 13/12/2016.

Vídeo 1: Função no pós operatório de 12 dias. Caminhando com Robofoot.

Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

 Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho

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