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Condroblastoma da cabeça femoral - Metastase pulmonar em condroblastoma - Via de acesso medial ao colo do fêmur - Enxerto autólogo

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Condroblastoma da cabeça femoral - Metastase pulmonar em condroblastoma - Via de acesso medial ao colo do fêmur - Enxerto autólogo

Condroblastoma do Fêmur

Figura 1: Radiografia do quadril direito com lesão de rarefação óssea na cabeça femoral direita.
Figura 1: Radiografia do quadril direito com lesão de rarefação óssea na cabeça femoral direita.
Figura 2: Lesão póstero medial na cabeça femoral direita, em criança em crescimento.
Figura 2: Lesão póstero medial na cabeça femoral direita, em criança em crescimento.
Figura 3: Tomografia do quadril com lesão na cabeça femoral direita, densidade para tecido ósseo.
Figura 3: Tomografia do quadril com lesão na cabeça femoral direita, densidade para tecido ósseo.
Figura 4: Tomografia do quadril com lesão na cabeça femoral direita, densidade para tecidos moles.
Figura 4: Tomografia do quadril com lesão na cabeça femoral direita, densidade para tecidos moles.
Em 1992 não havia ressonância magnética e nesta localização e faixa etária nosso diagnóstico foi de condroblastoma e indicamos cirurgia de curetagem intalesional (ressecção biópsia), por via de acesso medial, publicada na Revista Basileira de Ortopedia (Link:  http://www.rbo.org.br/PDF/32-3/1997_mar_05.pdf ), figuras 5 à 12.
Figura 5: Acesso medial ao colo femoral, como membro el flexão e rotação externa, expondo a região póstero-medial da cabeça femoral, Abertura da cápsula articular em H. Realizamos quatro. Incisões na cartilagem. Uma perpendicular ao colo e três horizontais.
Figura 5: Acesso medial ao colo femoral, como membro el flexão e rotação externa, expondo a região póstero-medial da cabeça femoral, Abertura da cápsula articular em H. Realizamos quatro. Incisões na cartilagem. Uma perpendicular ao colo e três horizontais.
Figura 6: Cuidadosamente rebatemos a cartilagem de distal para proximal, sem quebrar no ápice, fixando com ponto de nylon.
Figura 6: Cuidadosamente rebatemos a cartilagem de distal para proximal, sem quebrar no ápice, fixando com ponto de nylon.
Figura 7: Cureta-se cuidadosamente a cavidade.
Figura 7: Cureta-se cuidadosamente a cavidade.
Figura 8: Realiza-se adjuvância com eletrotermia e fenol.
Figura 8: Realiza-se adjuvância com eletrotermia e fenol.
Figura 9: Material da curetagem.
Figura 9: Material da curetagem.
Figura 10: Retirada de enxerto ósseo autólogo da crista ilíaca do mesmo lado.
Figura 10: Retirada de enxerto ósseo autólogo da crista ilíaca do mesmo lado.
Figura 11: Flexão com carga, após seis meses da cirurgia.
Figura 11: Flexão com carga, após seis meses da cirurgia.
Figura 12: Abdução simétrica, após seis meses da cirurgia.
Figura 12: Abdução simétrica, após seis meses da cirurgia.
Figura 13: Tomografia pós operatória de dois anos.
Figura 13: Tomografia pós operatória de dois anos.
Figura 14: Tomografia de 13/07/1994, após dois anos e seis meses da cirurgia.
Figura 14: Tomografia de 13/07/1994, após dois anos e seis meses da cirurgia.
Figura 15: Controle tomográfico de 05/08/1999, após sete anos da cirurgia.
Figura 15: Controle tomográfico de 05/08/1999, após sete anos da cirurgia.
Figura 16: Tomografia do quadril em 05/08/1999.
Figura 16: Tomografia do quadril em 05/08/1999.
Figura 17: Flexão dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/09/2000.
Figura 17: Flexão dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/09/2000.
Figura 18: Abdução dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/09/2000.
Figura 18: Abdução dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/09/2000.
Figura 19: Flexão dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/12/2007, após quinze anos da cirurgia.
Figura 19: Flexão dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/12/2007, após quinze anos da cirurgia.
Figura 20: Abdução dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/12/2007, após quinze anos da cirurgia.
Figura 20: Abdução dos quadrís simétrica, com carga total, em 12/12/2007, após quinze anos da cirurgia.
Este paciente encontra-se bem, sem queixas funccionais ou respiratórias apesar de ter apresentado metástases pulmonares múltiplas de condroblastoma. Foram retirados alguns nódulos para diagnóstico, confirmando condroblastoma benigno, sem nenhuma atipia. O paciente não teve nenhum tratamento e apresenta multiplos nódulos pulmonares calcificados. Este caso foi publicado na Revista Brasileira de Ortopedia que pode ser acessado pelo Link: http://www.rbo.org.br/PDF/30-11-12/ndz95850.pdf

Autor : Prof. Dr. Pedro Péricles Ribeiro Baptista

 Oncocirurgia Ortopédica do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho

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